quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Uma brisa que me soprava ao ouvido e fazia comichão

Já desde meados de Dezembro que não escrevo nada neste pasquim... Entretanto passou-se um Natal e um ano Novo - ou melhor, estamos num ano novo. Em Dezembro soprava um brisa forte que nos anunciava tempos de crise. Mas também nos anunciava um tempo de esperança: O Sr. Bush ia à vidinha dele: poços de petróleo, vacas, caça, barris de petróleo, laços e rodeos (agora que penso... parece um resumo dos seus 8 longos anos de presidência). Chegou Janeiro e a crise parece que veio para se instalar. Curiosamente aqueles que têm responsabilidades na crise, que não a souberam prevenir ou prever, que fizeram fraudes gigantescas, que andaram a brincar com o dinheiro que não lhes pertencia... agora fazem previsões sobre a duração da mesma... alguns até descem o rating de Portugal... Mas quem são esse badamecos todos para fazerem/dizerem o que quer que seja? Tirando o Paul Krugman esses senhores não me engravidam (aliás nunca me engravidaram...nem engravidariam, agora que olho para baixo!) e como diria o Diácono remédios: «Ide para casa e juizinho... Mas cuidado com os amores...»
Bom ano!

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