terça-feira, 11 de maio de 2010

Filmes de terror: "A troca, o trocado, o outro e o mesmo."

Desde há muito que nos habituámos às trocas e baldrocas do governo PS: Numa semana não podemos parar com as grande obras públicas para na semana a seguir ser imperativo repensar tudo de novo. Num dia não se está sequer a pensar em subir impostos para na manhã seguinte ser necessário faze-lo. Num dia fazem um negócio para no dia seguinte o desfazer . Num dia demite-se um ministro por fazer corninhos, noutro dia apoiam vigorosamente um deputado apanhado em flagrante a roubar(!). Num dia não sabem de um negócio que os envolve (logo, são incompetentes), no outro afinal não sabiam era... formalmente (logo, são mentirosos). Num dia o TGV vai para todo o lado no outro fica a 50 Km de Lisboa e depois... logo se vê.
Falta estratégia?

Também desde há muito que nos habituámos a autofagia, inconsistência, falta de coluna vertebral e temperamento ziguezagueante do maior partido da oposição (vulgo, PSD) que por muitas roupagens diferentes que vista será sempre um partido oportunista, tacanho e clientelista (aliás foram eles que elevaram o clientelismo em Portugal a uma forma de arte no tempo de Cavaco PM).
Faltam ideias?

Também já não nos espantam os ruidosos silêncios de Cavaco, os seus tabus (que apenas servem para manter uma agenda mediática paquidérmica), e os seus "recados" feitos durante os roteiros e visitas aos casos-de-sucesso do Portugal profundo.
Falta decência?

Também já nos habituámos à verborreia diarreica de pessoas como o Medina Carreira (não é meu parente!) e outros ex-ministros que agora exigem "medidas urgentes" mas que são os responsáveis em primeira linha por tudo o que tem acontecido. Eles erraram, eles foram incompetentes... mas agora agem debaixo de uma qualquer capa senatorial conveniente.
Falta vergonha?

É como se o governo fosse uma espécie de ante-câmara de banqueiros e de administradores de grandes empresas (grandes clientes do Estado), ou seja, um viveiro de incompetentes cuja única ambição é serem corrompidos.
É como se o PSD fosse... os anteriores mas ainda menos espertos.
É como se o Presidente fosse o Cavaco.
É como se os ex-ministros fossem parvos e não nos deixassem de vez em paz.

É como se não houvesse nada a fazer... Mas há...

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